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3 de janeiro de 2015

Em Toritama, duplicação da BR 104 iniciada em 2009, após cinco anos mais uma vez Dnit prorroga convênio prejudicando o Polo da Confecções.


 

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) comunicou  que prorrogou o convênio de número 266/2007, referente à duplicação da BR-104 no Agreste pernambucano. Em nota, a assessoria de imprensa da instituição reconhece que a construção seria do quilômetro 19,8 até o 71,2 e que o serviço foi parcialmente concluído. Portanto, a medida visará a "efetuar o remanescente da obra", de Toritama ao distrito de Pão de Açúcar, em Taquaritinga do Norte. Sobre o trecho deste local até a Paraíba, a assessoria afirma ainda que "o Dnit está elaborando o ante-projeto e licitará a obra na modalidade RDC em 2015". Contudo, prazos não foram comunicados.
As obras em Pernambuco iniciaram em 2009 com conclusão prevista para 2011. Mas, após cinco anos, não há trabalhadores no trecho não duplicado, segundo reportagem exibida na TV Asa Branca. A demora prejudica os motoristas que circulam por Toritama, Santa Cruz do Capibaribe e pelo Distrito de Pão de Açúcar, em Taquaritinga do Norte, municípios do Polo de Confecções do Agreste. “Quando chega a época de fim de ano ou a de São João, fica muito movimento e isso dá engarrafamento, atraso. Isso prejudica muito quem vem à região”, relata o motorista Marcos Antônio Cordeiro.
Devido aos feriados de Natal e Ano Novo, nesta segunda-feira (29) o movimento diminuiu na área e o trânsito fluiu de forma mais tranquila. No entanto, há quem ainda se queixe. “É um absurdo um negócio desse, porque dia de segunda-feira aqui é de muito movimento e de muito carro e, assim, fica ruim para a gente trabalhar”, desabafa o motorista José Diego Barbosa. “A gente precisa dessa duplicação para melhorar a vida dos feirantes e também a dos clientes que vêm comprar e, quando chegam aqui, é um tormento grande”, opina o motorista Helton Roberto. Isto estaria afetando a economia local.

A equipe do telejornal foi ao local em abril deste ano, quando a reclamação era ainda maior em relação ao perímetro urbano de Toritama. Isto porque o Parque das Feiras fica às margens da rodovia. À época, a população afirmou não haver espaço suficiente para estacionar os veículos que visitam o centro comercial em dias de feira, fator que ocasiona congestionamento nas imediações.

Fonte: G1 Caruaru
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