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24 de julho de 2015

ASPOL/PE denuncia: teto da Delegacia de Toritama (PE) pode despencar e atingir delegado

Servidores laboram em ambiente extremamente insalubre, com diversas motos que apresentam vazamento de óleo e combustível. Acúmulo de objetos apreendidos no primeiro andar da delegacia está comprometendo toda a estrutura do local, o que pode resultar em uma fatalidade. A Associação dos Policias Civis de Pernambuco (ASPOL/PE) vem a público denunciar a péssima estrutura da Delegacia de Toritama (PE), cidade com grande volume financeiro por ser a segunda maior fabricante de jeans do Brasil. Os servidores da delegacia são sujeitados a laborar em um ambiente extremamente insalubre, com diversos veículos e motos apreendidos, que apresentam vazamento de óleo e combustível.O acúmulo de objetos apreendidos no primeiro andar da delegacia está comprometendo toda a estrutura do local, que pode desabar a qualquer momento, atingindo os policiais civis. O gabinete do delegado, por exemplo, está localizado abaixo desse compartimento
Confira abaixo as condições da delegacia, de acordo com diagnóstico realizado pela ASPOL/PE:
DIAGNÓSTICO
Estrutura física necessita de melhoras, como pintura, reparo no reboco, construção de banheiro feminino, revisão na parte elétrica, construção de alojamento, reforma no xadrez, além de outros cômodos.
Reduzido efetivo policial, o que dificulta os serviços cartorários, além de prejudicar as investigações policiais.
Acúmulo de objetos apreendidos, o que agrava a insalubridade do local, incluindo veículos.
Acúmulo de procedimentos policiais, como inquéritos e requisitórios.
Ausência de alojamento feminino.
Número insuficiente de computadores e impressoras.
Acúmulo de sujeira e higiene precária.
 Diego Soares, presidente da ASPOL/PE, argumentou que as fotos da unidade policial deixaram claro que, de fato, o Pacto pela Vida está falido: “Por isso, convoco a sociedade Pernambucana a zelar pela sua Polícia Civil, cobrando do Governo uma política que valorize o servidor, ou seja, um pacto pelo policial. Caso contrário, não teremos meios para combater a crescente criminalidade em nosso estado, visto que falta absolutamente tudo: combustível para viaturas, estrutura física adequada, coletes, algemas, armamento em boas condições de uso e efetivo. E para piorar, a remuneração paga aos policiais é totalmente defasada. Enfim, quem trabalha com improviso é ATOR e não POLICIAL”.

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