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22 de julho de 2015

Em queda livre, popularidade de Dilma bate novo recorde negativo: 71% de rejeição

Apenas 7,7% dos brasileiros apoiam o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). É o que mostra a nova pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgada na manhã desta terça-feira (21/7).Segundo o levantamento a porcentagem de pessoas que consideram o governo “ruim” ou “péssimo” saltou de 64,8% em março deste ano para 70,9% em julho. A aprovação do desempenho pessoal da presidente atinge 15,3%, contra 79,9% de desaprovação.Foram 2002 entrevistados entre os dias 12 e 16 de julho, em 137 municípios de 25 Estados.O pior índice registrado, até então, era do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em setembro de 1999, durante seu segundo mandato. À época, a gestão FHC foi considerada “ruim” ou “péssima” por 65% dos entrevistados pela confederação. Apenas 8% a avaliaram positivamente.

Veja os números:

“Bom” ou “ótimo”: 7,7%
“Regular”: 20,5%
“Ruim” ou “péssimo”: 70,9%
Não sabe/ Não opina: 1%

Histórico

No último levantamento — divulgado em março –, 64,8% avaliaram o governo atual como “ruim” ou péssimo”, ante apenas 10,8% que o consideram  “bom” ou “ótimo”. Outros 23,6% disseram considerá-lo “regular”. Foram 2002 entrevistados entre os dias 16 e 19 de março, em 137 municípios de 25 Estados.

Quando a CNT/MDA mediu a popularidade pessoal de Dilma Rousseff, os dados ficaram ainda piores. De acordo com o instituto, 77,7% desaprovam a presidente, ante 18,9% que a aprovam. 3,4% não souberam/quiseram responder.

Em comparação com o último mandato, a petista também é mal avaliada. Segundo 75,4% dos entrevistados, o segundo mandato de Dilma é pior que o primeiro, sendo que apenas 2,8% o avaliam como melhor que o anterior. Já 16,4% o consideram igual. 4,4% não quiseram fazer tal avaliação e 1% não souberam ou preferiram não responder.

À época, 60% afirmaram ser a favor do impeachment; ao passo que 66,9% garantiram que não acreditam na eficácia das medidas do governo Dilma para conter a crise.


Do Jornal do Comercio 


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